Ninguém volta para casa sozinho.
Na hora que você combinou, uma IA manda áudio ou liga para o paciente, faz as perguntas do seu roteiro e devolve resumo, lacunas e prioridade. A IA escuta. Você decide.
Paciente que não ligou não é paciente que está bem.
Depois da porta, você só sabe de quem escreve. Quem piora com vergonha, medo ou cansaço é justamente quem não escreve. O agente11 vai até o paciente na hora combinada e trata o silêncio como um dado, não como alta.
Levantou tonta duas manhãs seguidas. Não quis “incomodar” à noite. No contato das 10h, contou.
O pai não lembra o que tomou. O filho, autorizado, responde por áudio, e fica registrado quem respondeu.
Hoje isso some no silêncio. Aqui vira “não avaliável” e chega a você como aviso.
Situações de exemplo, não casos de pacientes.
Seu roteiro, na hora certa, de volta para você.
Você monta o acompanhamento uma vez, em torno da consulta ou da cirurgia. A conversa acontece no WhatsApp do paciente, por nota de voz ou ligação, e o resultado chega no seu Assist.
Um clínico aprova cada versão do roteiro. Você escolhe quais usar, em que dia antes ou depois do evento, a que horas e quem responde: o paciente ou um cuidador que ele autorizou.
- Pré e pós de consulta ou cirurgia
- Agendas-modelo para reaplicar
- Cuidador com autorização registrada
A IA se apresenta como IA, confirma com quem fala e faz as perguntas do roteiro, uma de cada vez, no texto aprovado. Áudio entra, áudio sai. O convite não fala de saúde.
- Nota de voz no WhatsApp ou ligação
- Uma pergunta por vez, sem improviso
- Nenhuma orientação ao paciente
Você recebe o resumo, o que ficou faltando e a prioridade. A regra do roteiro decide antes da IA, e a IA só pode subir o nível. Rotina não toca seu celular.
- Resumo, lacunas e prioridade
- Transcrição junto ao prontuário
- Você revisa e marca como visto
Quatro níveis. Só um deles fica quieto.
A regra do roteiro decide antes da IA, e a IA só pode subir o nível, nunca baixar. Coleta incompleta nunca vira rotina. Você recebe o aviso no WhatsApp e o detalhe no Assist.
Coleta completa, nada fora do esperado.
Cartão silencioso no Assist. Nada no seu WhatsApp.
Piora, efeito colateral ou uma dúvida que pede você.
Cartão e um aviso neutro no seu WhatsApp.
Um sinal de alerta do roteiro ou algo grave na conversa.
A conversa encerra com a frase de emergência aprovada, e você é avisado na hora.
Não atendeu, parou no meio ou faltou o essencial.
Cartão e aviso. Nunca é tratado como normal.
Feito para quem cuida depois da porta.
O acompanhamento serve a qualquer especialidade com roteiro. Ele faz mais diferença onde o paciente vai para casa logo e quem sabe o que aconteceu nem sempre é ele.
Opera eletivas e tem o celular pessoal cheio de pacientes.
Responde à noite quem escreve e não sabe de quem não escreveu.
“No D+1 a IA liga, no D+3 manda áudio, e você só vê quem precisa de você.”
Atende idosos com vários remédios e um filho que coordena tudo.
Quem sabe o que aconteceu é o cuidador, e formulário ninguém responde.
“O filho responde por áudio, com autorização registrada, e você lê o resumo.”
Vários cirurgiões, uma equipe de enfermagem pequena.
Ligações de pós feitas à mão, sem padrão e sem registro.
“Um roteiro aprovado, a agenda de cada médico e todo contato registrado.”
A IA escuta. Você decide.
Os limites estão no código, não num termo de uso: a conversa segue o texto aprovado, a IA não orienta e cada passo fica registrado para você e para a auditoria.
Não diagnostica, não prescreve, não tranquiliza. Pergunta, escuta e encaminha a você.
Ela se apresenta como inteligência artificial da sua equipe, em todo contato.
A mensagem que chama para a conversa não fala de saúde. O conteúdo fica dentro da conversa aceita.
Cada classificação, transcrição e síntese de voz fica na trilha de auditoria (CFM 2.454).
A transcrição fica junto ao prontuário. O áudio bruto do paciente não é guardado.
Se o paciente pede para parar, o acompanhamento pausa e você fica sabendo.
Roda dentro do Assist, ao lado de 21 ferramentas.
O agente11 usa a agenda, os pacientes e o prontuário da Avelis. O resultado chega no Assist, a porta de entrada que o médico já usa pelo WhatsApp, e segue para a evolução, a passagem de plantão ou o documento que vier depois.
Perguntas frequentes
É o acompanhamento por voz da Avelis. Na hora que você combinou, uma IA manda áudio no WhatsApp ou liga para o paciente, faz as perguntas do roteiro aprovado e devolve a você resumo, lacunas e prioridade. agente11 é um codinome: o nome definitivo ainda vai mudar.
Não. Ela não orienta, não diagnostica e não diz que algo é normal. Ela faz as perguntas aprovadas, registra as respostas e as dúvidas, e encaminha tudo a você. Se aparecer um sinal grave, encerra com a frase de emergência aprovada e você é avisado na hora.
Na ligação, há uma nova tentativa. Se ainda assim não houver resposta, o contato vira “não avaliável” e chega a você como aviso. Silêncio nunca é registrado como “tudo bem”.
Sim, se o paciente autorizou. Você cadastra o cuidador com o vínculo e como a autorização foi obtida, escolhe em quais contatos ele responde, e o registro mostra quem respondeu cada vez.
Os roteiros são publicados pela sua organização e aprovados por um clínico, com versão. Você escolhe quais usar e monta a agenda, mas não muda o conteúdo clínico na hora de usar.
Na plataforma Avelis, junto à agenda e ao prontuário. A transcrição tem a mesma retenção do prontuário, o áudio bruto não é guardado, e toda chamada à IA fica registrada.
Hoje você só sabe de quem liga. Veja o resto.
Em 30 minutos, montamos um acompanhamento com um roteiro da sua especialidade e mostramos a entrevista do jeito que o paciente recebe.