IA na prática médica, com registro. O que a resolução pede e o que fica guardado.
O CFM normatizou o uso de inteligência artificial na medicina em fevereiro de 2026, com vigência 180 dias depois da publicação. Uma ferramenta que transcreve e devolve texto não deixa rastro do que a IA fez. Esta página resume o que a resolução pede e mostra o que o Avelis registra em cada uso.
Seis pontos que mudam a rotina. Para o médico e para o hospital.
Resumo dos pontos centrais da resolução sobre IA como apoio à decisão clínica.
O uso de IA como apoio à decisão deve ficar documentado no prontuário do paciente.
É preciso conseguir reconstruir o que a IA fez: o que recebeu, o que respondeu e quando.
A decisão é do médico. A IA sugere; quem revisa, aprova e assina é o profissional.
Os sistemas de IA são classificados por nível de risco, conforme o uso que se faz deles.
Instituições que desenvolvem ou usam IA própria precisam de governança interna, com comissões de IA e Telemedicina.
O fornecedor responde por defeito de algoritmo. O que protege o médico é ter a diligência documentada.
O rastro existe antes da auditoria. Em cada resposta da IA.
Registros que já fazem parte da plataforma, ligados ao paciente, à sessão e ao médico que usou a ferramenta.
Documentos nascem como rascunho na sessão do paciente e só valem depois de revisados e assinados.
- Rascunho → emitido → assinado, por documento
- Assinatura ICP-Brasil: quem assinou, quando e qual versão do documento
- Certificado usado (titular e emissor)
Cada chamada a um modelo de IA fica em um log de execução.
- Provedor e modelo que respondeu
- O prompt exatamente como foi enviado e as variáveis do paciente usadas
- A resposta, o horário e a latência
- Sessão, etapa do fluxo e usuário
Nada sai da plataforma sem o médico: a IA prepara, o médico revisa, edita e assina.
- Registro de quem assinou cada documento
- Avaliação do médico sobre a resposta da IA (positiva ou negativa, com comentário)
Os agentes de IA são versionados. A comissão consegue ver o que mudou e quando.
- Número de versão de cada agente
- Modelo de prompt e configuração de cada versão
- Uso da base de evidências: qual busca foi consultada e em que etapa
A classificação por nível de risco é feita pela instituição, conforme o uso. O Avelis não classifica por ela; entrega o inventário dos agentes e o registro de uso que a comissão de IA precisa para classificar e supervisionar.
Seis perguntas para fazer a qualquer fornecedor.
Use a lista para avaliar qualquer ferramenta de IA clínica, inclusive a nossa.
- 01O sistema registra qual modelo respondeu, com qual prompt e quando?
- 02Dá para saber o que o médico aprovou, editou ou recusou?
- 03Os documentos gerados ficam no prontuário, assinados com certificado ICP-Brasil?
- 04As mudanças nos agentes de IA são versionadas e datadas?
- 05As fontes consultadas na base de evidências ficam registradas?
- 06Os dados do paciente seguem a LGPD, com acesso por pessoa e por equipe?
Dúvidas comuns sobre a resolução.
O uso de IA como apoio à decisão passa a ter de ser documentado no prontuário, com rastreabilidade e supervisão humana. Na prática, o médico precisa conseguir mostrar o que a ferramenta sugeriu e o que ele decidiu.
Instituições que desenvolvem ou usam IA própria precisam de governança interna, com comissões de IA e Telemedicina. A comissão precisa de material para supervisionar: quais agentes existem, como mudaram e como foram usados.
Não. A IA sugere, estrutura e antecipa. Todo documento sai como rascunho e só vale depois que o médico revisa e assina com ICP-Brasil.
Não sozinho. A adequação depende de como a instituição usa a IA, classifica os sistemas e organiza a governança. O Avelis fornece os registros que sustentam esse trabalho. Este material é orientação e não substitui a avaliação jurídica da sua instituição.
Leve o registro para a sua equipe. Antes que a auditoria peça.
O Avelis Assist chega ao hospital pelo WhatsApp que a equipe já usa, com cada resposta da IA registrada e cada documento assinado.
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